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domingo, 17 de março de 2013



Um poema de Marília Christovão, Praia Grande, SC.

ELE É MEU PONTO SEGURO!

Às vezes parece que tudo
Vai desabar
E que não vou suportar...
De repente me vejo
Presa no meu inconsciente
Tentando encontrar forças
Ficar ciente
Que isso vai passar
Custe o que custar!

Há momentos em nossa vida
Que só a fé
Te mantém em pé...
Que o raiar do Sol
Perde a Luz...
Que o desabrochar de uma rosa
Perde graciosidade...
E que os motivos para felicidade
Somem que nem poeira!

Acreditar é o segredo...
Persistir é a saída...
E não desistir é o que preciso!

Deus é meu ponto seguro
Ele me protegerá de tudo...
O futuro é incerto...
 O passado já foi...
E o presente é agora.
Então, com Ele
Construo minha história...

Poetisa Marília Christovão

terça-feira, 12 de março de 2013

SUBLIME (Em Busca da Essência)

Sublimei-te, mulher, razão;
e coloquei toda a poesia
como escudo, para proteger nosso amor.

Sublimei-te, mulher, carecido;
e te disse que eras tão bonita,
perfeita natureza. Flor!

Sublimei-te. Colhi orvalhadas tintas
para retratar-te.
Insaciáveis versos lidos.
E caminhei por caminhos que sabia
que você havia percorrido. Amando!

Sublimei-te. Tatuei marcas em fogo
no meu coração, para sempre
amar-te.
"Sublimando".
Como Luz Poética. Paixão!

sábado, 23 de fevereiro de 2013


DA VIDA (Em Busca da Essência)

Quando cai a chave
da vida...
Outra chave...
Que não sei como é,
espera... não sei como é.
E... enquanto não cai a chave
da vida...
Sinto o vigor da vida
nutrindo a chave
da vida.

sábado, 9 de fevereiro de 2013


EM BUSCA DA ESSÊNCIA (Em Busca da Essência)

A lua laranja no céu
outra vez invade-me
com seu hálito entorpecente.
Confundo-me no realismo.

Atravesso o oceano serenoso
com luz de luar
numa nau mítica
que leva na proa
uma carranca indígena.

E tenho nas mãos um pasquim
cheio de provas de amor,
um punhado da mais pura essência
para os momentos
de saudade, de solidão e de partilha...

Nada mais que o agora,
somente o momento da vida
faz parte de mim!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


ÁRVORE CENTENÁRIA (Relevo Azul)

Bela e imensa
árvore centenária,
firme e forte embelezando
a cachoeira.

Um dia... mãos assassinas
cortam-lhe o tronco
derrubando-a penhasco a dentro.

Cortados seus galhos,
ferida brilhava...
qual peixe fisgado,
sem casca deslizava mata à fora.

O que ficou para trás na mata perdida?
Raízes profundas,
cepo de dor,
dessecando-se.

Cedro, cedro...
lânguido sangue em suas veias.
Ninguém avista mais
árvore centenária
e bela na cachoeira.


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


O POEMA (Em Busca da Essência)

O poema se finge
no assobio do pássaro
ao ver o sorriso do sol

O poema possui
resquício da paz
desencontrada no mundo

O poema é azul no céu
adentrado no verde
úmido da mata

O poema na voz
que declama emoção
partilha o momento

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012


ALVA

Marinalva, alva e cristalina
Cristalina e alva,
Tão mulher, tão feminina,
Tão menina e calma,
Alva e cristalina,
Cristalina e alva, Marinalva.