Total de visualizações de página

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Aventura na Pedra Branca, Mampituba - RS / São Roque, Praia Grande - SC.





terça-feira, 24 de janeiro de 2012

BELDADE

Sorriso largo, cachoeira em vida,
Que branca desce perfumando a terra.
Cabelos morenos, folhas de palmeira,
Que dança na beira da lagoa.

Índia brasileira em que chama habitas,
Este vento repentino que mexe as estrelas!
Que pele morena, tão suave feitios,
Que envolta de simpatias provoca arrepios!

Que motivos tens neste dia tão claro,
Deixar-me à face, louco e emudecido?
É você anjo dos olhos negros, beldade,
Que diz a verdade... Triste poeta!

Por que sofres ao encontro de palavras?
Se ao descrevê-la rende-se também o destino.
Olhos negros, beldade, que surge,
Na luz suave das manhãs.

(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

MINH' ALMA (Estilo: Romantismo)

Ao poeta cabe amar,
Amor acima do tempo.
Colher na tempestade
A chama enclausurada
E lançar em terra
A palavra paixão.

Ser uma alma que pertence
Ao pensamento iluminado.
Minh'alma é digna de felicidade,
Minh'alma vive...

Morrer com o Amor!
Pela Amada, pela Pátria!
E antes que a lágrima
Alcance e atinja o coração,
Navegar mares bravios
E sonhar com a Musa.

Escrever versos ainda não sonhados
E ao mesmo tempo adorá-la,
Participando da causa de viver,
Cujas mensagens são vibrações
Que o ar se encarrega de dizer.

(Poema do livro Em Busca da Essência, 2001.)

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

CERTO OU ERRADO

Tudo ou nada. O que importa?
A dor intercalou-se totalmente.
Como riso que foge da morte,
Que sangra e explode a mente.

O que vive ou o que cambaleia,
Sem musicalidade, sem voz,
A sinceridade passando longe,
Favorecendo as águas turvas.

O que finge ou sustenta o desaire
Não atravessa continente algum.
Habita no imóvel que repulsa,

O próprio organismo que atrai.
Quem conseguir olhar solidário,
Ao menos terá o que olhou.

(Poema do Livro, Poesia Sempre, 2005.)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

POEMAS PUBLICADOS ATÉ AGORA

Por ordem desde julho de 2010 até hoje, 03 de janeiro de 2012.

A MUSA DE HOMERO;
O POEMA;
ÁRVORE CENTENÁRIA;
EM BUSCA DA ESSÊNCIA;
DA VIDA;
SUBLIME;
DOMINGO CINZENTO;
PEDRA DE AREIA;
POR QUE VOLTAR?
POESIA PARA TAIENE;
SORRISO;
SENHORA IDOSA;
PEQUENOS POEMAS DO LIVRO POESIA SEMPRE;
QUERO-QUERO;
POR QUE PARTIR?
MOINHO;
AGRIDOCE AMOR;
OLHOS OCULTOS;
DESAFIO;
QUEM;
ALÉM DA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO;
NATUREZA: O MANIFESTO;
CREPÚSCULO DA LUA;
RIO MOLHA COCO;
............. (2011)
POESIA TRISTE;
CLÁSSICO;
SER PENSANTE;
ÓH MINHA ESCOLA;
MULHER EGÍPCIA;
O VOO DO URUBU;
AMAR;
CAVALO NO CAMPO;
BOLSO DA JAQUETA JEANS;
ODE ALTÍSSIMA;
O POEMA;
ODE UNIVERSAL;
MATINAL NUVEM BRANCA;
O LAMENTO NA TEMPESTADE;
AUSENTE;
GRANITO;
SONETO DOS OLHOS LINDOS;
NEO-MAL DO SÉCULO;
ÍNDIOS DO BRASIL;
AGRIDOCE AMOR;
PLATÔ;
ACIMA;
OUVIR O RIO E O MAR;
INTEIRA;
VITAL;
MINHA ALMA;
OLHE;
ESTRELAS;
CERTO OU ERRADO;
ALGO DE VOCÊ;
ECONOFÍSICA;
MÚSICA AO VENTO;
MINHA AMADA IMORTAL;
FOTOSSÍNTESE;
LÍRICO QUEBRADO;
IREI.

Primeiramente, eu quero agradecer a todos os leitores deste blog de poemas pela participação. Desejo a todos que este ano de 2012 seja repleto de realizações, fé em Deus e que todos tenham saúde para correr atrás dos seus sonhos. Obrigado! Tarcísio.

domingo, 25 de dezembro de 2011

IREI

1. Irei até você:
Quando e como
Sei que você
Deve saber.

2. Enquanto você
Sonho e realiza
Saio da minha colina
No próximo crepúsculo.

3. Você é a mulher
Dos meus desígnios.
O Sol entre folhas
Laranjadas de outono.

4. Como poderei entender
Este vasto silêncio
E a estrada percorrida
Neste espaço desconhecido?

Feliz Natal!!!
(Poema do livro Em Busca da Essência, 2001.)

domingo, 18 de dezembro de 2011

LÍRICO QUEBRADO

Perdão! Sem ser submisso.
Inexisto com clareza.
Hoje, no corpo agasalhado,
Como aplausos que doem,
Como lágrimas que derrotam,
Que se doa indistintamente.

Neste momento indissociável,
Frio frequenta minh'alma,
Veloz e botânico.
Tornando-me o esquecido
Que se refugia na música
Da natureza azul e verde.
Sei, são vaidades cotidianas.

Basta de desculpas!
Cálice a cálice o sangue
Alimenta o explorado lírico.
Portanto, humano, núcleo,
Perceptível ao olhar.
........................................
Bem ao longe a folha verde cai
De um livro de poemas
Do poeta Mário Quintana.

(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)