Tudo ou nada. O que importa?
A dor intercalou-se totalmente.
Como riso que foge da morte,
Que sangra e explode a mente.
O que vive ou o que cambaleia,
Sem musicalidade, sem voz.
A sinceridade passando longe,
Favorecendo às águas turvas.
O que finge ou sustenta o desaire
Não atravessa continente algum.
Habita no imóvel que repulsa,
O próprio organismo que atrai.
Quem conseguir olhar solidário,
Ao menos terá o que olhou.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
O Condutor das Estrelas (Uma homenagem ao Condutor de ecoturismo Rodrigo R. da Rosa, in memoriam.) é um livro de poemas que reúne poemas inéditos e os poemas publicados do poeta Tarcísio R. da Rosa. Estão inclusos os livros: Relevo Azul (1998), Em Busca da Essência (2001) e Poesia Sempre (2005).
Total de visualizações de página
sábado, 10 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
ESTRELAS
Ouvi-te, poeta!
Ansiando morar nas estrelas!
Vá!
Só retornes quando
a velhice
aspirar
saudade.
(Poema do livro Relevo Azul, 1998.)
Ansiando morar nas estrelas!
Vá!
Só retornes quando
a velhice
aspirar
saudade.
(Poema do livro Relevo Azul, 1998.)
domingo, 21 de agosto de 2011
OLHE
Olhe lá fora
Quando seu olhar se perde
Como são belas as nuvens
Que a liberdade leva embora.
Olhe lá dentro
Da rocha dura e fria
Como são tristes as horas
Que antecipam o adeus da partida.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
Quando seu olhar se perde
Como são belas as nuvens
Que a liberdade leva embora.
Olhe lá dentro
Da rocha dura e fria
Como são tristes as horas
Que antecipam o adeus da partida.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
domingo, 14 de agosto de 2011
MINHA ALMA
Ao poeta cabe amar,
Amor acima do tempo.
Colher na tempestade
A chama enclausurada
E lançar em terra
A palavra paixão.
Ser uma alma que pertence
Ao pensamento iluminado.
Minh'alma é digna de felicidade,
Minh'alma vive...
Morrer com o amor!
Pela amada, pela pátria!
E antes que a lágrima
Alcance e atinja o coração,
Navegar mares bravios
E sonhar com a musa.
Escrever verso ainda não sonhado
E ao mesmo tempo adorá-la,
Participando da causa de viver
Cuja mensagem são vibrações
Que o ar se encarrega de dizer.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
Amor acima do tempo.
Colher na tempestade
A chama enclausurada
E lançar em terra
A palavra paixão.
Ser uma alma que pertence
Ao pensamento iluminado.
Minh'alma é digna de felicidade,
Minh'alma vive...
Morrer com o amor!
Pela amada, pela pátria!
E antes que a lágrima
Alcance e atinja o coração,
Navegar mares bravios
E sonhar com a musa.
Escrever verso ainda não sonhado
E ao mesmo tempo adorá-la,
Participando da causa de viver
Cuja mensagem são vibrações
Que o ar se encarrega de dizer.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
Assinar:
Postagens (Atom)