O Condutor das Estrelas (Uma homenagem ao Condutor de ecoturismo Rodrigo R. da Rosa, in memoriam.) é um livro de poemas que reúne poemas inéditos e os poemas publicados do poeta Tarcísio R. da Rosa. Estão inclusos os livros: Relevo Azul (1998), Em Busca da Essência (2001) e Poesia Sempre (2005).
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domingo, 21 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
MINHA ALMA
Ao poeta cabe amar,
Amor acima do tempo.
Colher na tempestade
A chama enclausurada
E lançar em terra
A palavra paixão.
Ser uma alma que pertence
Ao pensamento iluminado.
Minh'alma é digna de felicidade,
Minh'alma vive...
Morrer com o amor!
Pela amada, pela pátria!
E antes que a lágrima
Alcance e atinja o coração,
Navegar mares bravios
E sonhar com a musa.
Escrever verso ainda não sonhado
E ao mesmo tempo adorá-la,
Participando da causa de viver
Cuja mensagem são vibrações
Que o ar se encarrega de dizer.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
Amor acima do tempo.
Colher na tempestade
A chama enclausurada
E lançar em terra
A palavra paixão.
Ser uma alma que pertence
Ao pensamento iluminado.
Minh'alma é digna de felicidade,
Minh'alma vive...
Morrer com o amor!
Pela amada, pela pátria!
E antes que a lágrima
Alcance e atinja o coração,
Navegar mares bravios
E sonhar com a musa.
Escrever verso ainda não sonhado
E ao mesmo tempo adorá-la,
Participando da causa de viver
Cuja mensagem são vibrações
Que o ar se encarrega de dizer.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
domingo, 31 de julho de 2011
VITAL
O fôlego nasce da semente
e o âmago suporta a continuação.
A superfície é mista de poros
do sopro primeiro e vital.
O mito passado esconde todo o acervo,
mantido, fluído, nova mensagem.
Quase que completamente sumido
no imaginário solto, raro e profuso.
Como conduto final percorre o microscópico
caminho, ainda livre ou não.
Depois que as venezianas abrem-se ao dia.
Um percurso comum exala a diferença.
E as figuras sobrepõem-se ao degenerado,
vertebrado, vitorioso, enquanto vivo.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
e o âmago suporta a continuação.
A superfície é mista de poros
do sopro primeiro e vital.
O mito passado esconde todo o acervo,
mantido, fluído, nova mensagem.
Quase que completamente sumido
no imaginário solto, raro e profuso.
Como conduto final percorre o microscópico
caminho, ainda livre ou não.
Depois que as venezianas abrem-se ao dia.
Um percurso comum exala a diferença.
E as figuras sobrepõem-se ao degenerado,
vertebrado, vitorioso, enquanto vivo.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
sábado, 23 de julho de 2011
INTEIRA
A Terra
parte a Lua
ao meio.
O amor
parte o coração
ao meio.
O conhecimento
parte a ignorância
ao meio.
O Sol
parte noite-dia
ao meio.
Somente você
duas metades
inteira.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
parte a Lua
ao meio.
O amor
parte o coração
ao meio.
O conhecimento
parte a ignorância
ao meio.
O Sol
parte noite-dia
ao meio.
Somente você
duas metades
inteira.
(Poema do livro Poesia Sempre, 2005.)
domingo, 17 de julho de 2011
OUVIR O RIO E O MAR
Ouvir o rio ou ouvir o mar?
Ouvir o rio é ouvir o mar.
Ouviromar é ouvirorio.
Praquem ouvirorio.
Praquem ouviromar.
Ouvirorio é ouviravida do rio
Ouviromar é ouviravida do mar.
Ouvirorio ou ouviromar.
Ouviromar e ouvirorio.
Ouvirorio é ouviromar.
Chuva no ouviromar.
Chuva no ouvirorio.
Riomar, Riomar, Riomar.
(Poema do livro Em Busca da Essência. 2005.)
Ouvir o rio é ouvir o mar.
Ouviromar é ouvirorio.
Praquem ouvirorio.
Praquem ouviromar.
Ouvirorio é ouviravida do rio
Ouviromar é ouviravida do mar.
Ouvirorio ou ouviromar.
Ouviromar e ouvirorio.
Ouvirorio é ouviromar.
Chuva no ouviromar.
Chuva no ouvirorio.
Riomar, Riomar, Riomar.
(Poema do livro Em Busca da Essência. 2005.)
domingo, 10 de julho de 2011
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