A porta
que está aberta ao mundo,
é a horta
que te alimenta
do doce dos seus sonhos.
O labirinto,
causa, da dor de seu sorriso
de sua língua
que canta no farol
tempestuoso de lamentos,
na partida.
O serenoso lago,
agora, crespados pelas lágrimas
que foram sentimentos
que viajariam nuvens,
espera novamente
ventos contorcionistas.
Pelo túnel verde
voltas para casa,
de roupas molhadas
sem pranto
sem alma passada.
Solitária
em verdes pastagens
destaca-se uma rosa
tão rosa,
cheirosa.
(Poema do livro Em Busca da Essência)
O Condutor das Estrelas (Uma homenagem ao Condutor de ecoturismo Rodrigo R. da Rosa, in memoriam.) é um livro de poemas que reúne poemas inéditos e os poemas publicados do poeta Tarcísio R. da Rosa. Estão inclusos os livros: Relevo Azul (1998), Em Busca da Essência (2001) e Poesia Sempre (2005).
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sexta-feira, 13 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
MATINAL NUVEM BRANCA
É ilusão, é delírio!
É uma manifestação do coração!
É uma viagem pelo espaço!
É a beleza pura revelada!
O quê? Não estão vendo, logo ali?
É a última viagem antes do infinito!
É um propósito da natureza!
É a realidade estranha, sem limites!
Ainda não viram, como podem?
É um mistério incompreensível!
É a concepção exagerada do deslumbrante!
É uma face que se vela aos poucos!
É a dormência aos nossos anseios!
Busquem-na, pois aos poucos vai sumindo.
É uma arte trazida do espaço!
É a alma do Planeta Terra!
É uma esperança sempre atrás da razão!
É um pedaço da perfeição que flutua pelo
Espaço como se fosse um anjo!
Ela já se vai, mas vai voltar.
É um anjo de rara beleza!
É um nada , é tudo, uma despedida!
É um intenso desafio dos céus!
É brancura, somente brancura.
(Poema do livro Em Busca da Essência, 2001)
É uma manifestação do coração!
É uma viagem pelo espaço!
É a beleza pura revelada!
O quê? Não estão vendo, logo ali?
É a última viagem antes do infinito!
É um propósito da natureza!
É a realidade estranha, sem limites!
Ainda não viram, como podem?
É um mistério incompreensível!
É a concepção exagerada do deslumbrante!
É uma face que se vela aos poucos!
É a dormência aos nossos anseios!
Busquem-na, pois aos poucos vai sumindo.
É uma arte trazida do espaço!
É a alma do Planeta Terra!
É uma esperança sempre atrás da razão!
É um pedaço da perfeição que flutua pelo
Espaço como se fosse um anjo!
Ela já se vai, mas vai voltar.
É um anjo de rara beleza!
É um nada , é tudo, uma despedida!
É um intenso desafio dos céus!
É brancura, somente brancura.
(Poema do livro Em Busca da Essência, 2001)
segunda-feira, 18 de abril de 2011
ODE UNIVERSAL
Paz infinita
que preciso
da paz infinita
o mundo precisa.
Acredite no amor
e deixe as açoes negativas
das inimigas nações
no esquecimento.
Paz concreta
que compreendemos
é a mão de Deus
protegendo os inocentes.
Paz agora
e o mundo se transforma
em equilíbrio constante,
luz e vida.
Paz infinita
que preciso
da paz infinita
o mundo precisa.
(1ª parte do poema do livro Em Busca da Essência, 2005.)
que preciso
da paz infinita
o mundo precisa.
Acredite no amor
e deixe as açoes negativas
das inimigas nações
no esquecimento.
Paz concreta
que compreendemos
é a mão de Deus
protegendo os inocentes.
Paz agora
e o mundo se transforma
em equilíbrio constante,
luz e vida.
Paz infinita
que preciso
da paz infinita
o mundo precisa.
(1ª parte do poema do livro Em Busca da Essência, 2005.)
domingo, 10 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
O POEMA (DOIS)
O poema se finge
no assobio do pássaro
ao ver o sorriso do sol
O poema possui
resquício da paz
desencontrada no mundo
O poema é azul no céu
adentrado no verde
úmido da mata
O poema na voz
que declama emoção
partilha o momento
(Poema do livro Em Busca da Essência,2005.)
no assobio do pássaro
ao ver o sorriso do sol
O poema possui
resquício da paz
desencontrada no mundo
O poema é azul no céu
adentrado no verde
úmido da mata
O poema na voz
que declama emoção
partilha o momento
(Poema do livro Em Busca da Essência,2005.)
sábado, 19 de março de 2011
ODE ALTÍSSIMA
Desconsidere-me neste momento
carne e osso, vegetal.
Visualize o que não lhe digo.
Há versos infinitos já mora
aqui o eu poético.
Ouviremos as mesmas palavras tecendo
os mesmos fios?
Não falaremos do amor
até a última!
Até a última veia em chama!
carne e osso, vegetal.
Visualize o que não lhe digo.
Há versos infinitos já mora
aqui o eu poético.
Ouviremos as mesmas palavras tecendo
os mesmos fios?
Não falaremos do amor
que é guilhotina
cortando veia a veia,até a última!
Até a última veia em chama!
(Poema do livro Em Busca da Essência, 2001.)
domingo, 13 de março de 2011
BOLSOS DA JAQUETA JEANS
Ao amigo Giba
Amigo, alicerce da construção
real que ilumina manhãs
alegra a passarada
com voo livre da amizade.
O amigo, simplesmente,
inerente ao respirar que vai
recíproco ao pulsar que vem
caminhante do Sol
no oceano, com as mãos
nos bolsos da jaqueta jeans
para a brisa tocar
os pés descalços.
O amigo,
de infinita constelação
de transpor montanhas,
perseguido pelo som
cântico dos sonhos
das trombetas e dos guardiões,
sonhos, que é riso do abraço.
(Poema do livro Em Busca da Essência, 2005.)
Amigo, alicerce da construção
real que ilumina manhãs
alegra a passarada
com voo livre da amizade.
O amigo, simplesmente,
inerente ao respirar que vai
recíproco ao pulsar que vem
caminhante do Sol
no oceano, com as mãos
nos bolsos da jaqueta jeans
para a brisa tocar
os pés descalços.
O amigo,
de infinita constelação
de transpor montanhas,
perseguido pelo som
cântico dos sonhos
das trombetas e dos guardiões,
sonhos, que é riso do abraço.
(Poema do livro Em Busca da Essência, 2005.)
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